A grande vantagem do nitrometano é que você pode obter muito mais potência de cada explosão dentro do motor. Quilograma por quilograma, o nitrometano é menos energético que a gasolina, mas pode-se queimar muito mais nitrometano em um cilindro. Como resultado obtém-se mais potência por ciclo. Geralmente são necessárias cerca de 14 kg de ar para queimar 1 kg de gasolina. Em contrapartida, utiliza-se apenas 1,7 kg de ar para queimar 1 kg de nitrometano. Isso significa que, comparado à gasolina, é possível colocar cerca de 8 vezes mais nitrometano dentro de um cilindro de um determinado volume e ainda obter combustão completa.
Como o nitrometano não é tão denso quanto a gasolina em termos de energia, a melhora obtida não equivale a 8 vezes mais em termos de potência. A melhora é de cerca de 2,5 vezes. Além disso, é possível duplicar ou triplicar a potência do motor simplesmente mudando o combustível. Isso é um aumento incrível!
Um motor típico de um dragster tem uma cilindrada de 8,9 litros, é superalimentado e produz aproximandamente 6 mil cavalos de vapor. Além disso, esse motor é capaz de queimar quase um galão (3,785 litros) de nitrometano por segundo! Para você ter uma idéia, algo como 2 colheres de chá (10 cm 3) de nitrometano são vertidas em cada cilindro por curso de admissão.
Uma coisa interessante sobre o nitrometano é que ele não queima tão rapidamente quanto a gasolina. De fato, não há tempo suficiente para queimar todo o combustível entre o momento em que a ignição produz a centelha e o momento em que a válvula de escapamento se abre. Assim, o motor joga nitrometano que ainda está queimando dentro do cano de descarga. É por isso que você vê chamas saindo do escapamento de um dragster de corrida.
Jumat, 26 Agustus 2011
Kamis, 25 Agustus 2011
Chevette Júnior
Chevette Junior é um carro do tipo "puta-que-pariu-essa-porra-não-vai-aguentar-a-subida" desenvolvido e produzido pela General Motors.
A GM criou o Chevette Junior porque queria inventar moda e ser a primeira fazer alguma coisa diferente no mundo..daí nasceu o primeiro 1.0 com catalisador e tração traseira do mundo.
Ele custava preço do Uno Mille, mas andava muito, mas muito menos - e gastava mais...
Junto com o Fusca 1200 era um dos poucos carros do seu tempo que não conseguia cantar pneu.
O GM Chevette vem de uma família de outos monstros: a Marajó e a Chevy 500... Carros que nunca emplacaram de tão ruim que eram... Pior que eles, só o Chevette 4 portas, que hoje em dia é utilizado para transportar prostitutas de nível universitário em Cuba.
Hoje é comum ver Chevettes Junior com motores trocados, pois o original sofria para chegar nos 100 mil km. Eles empesteiam as periferias e as áreas rurais..
É usado também como moeda de troca no interior do Brasil, sendo o câmbio estabelecido aproximadamente em um valor aonde um Chevette Junior vale um bode médio e sem doenças.

A GM criou o Chevette Junior porque queria inventar moda e ser a primeira fazer alguma coisa diferente no mundo..daí nasceu o primeiro 1.0 com catalisador e tração traseira do mundo.
Ele custava preço do Uno Mille, mas andava muito, mas muito menos - e gastava mais...
Junto com o Fusca 1200 era um dos poucos carros do seu tempo que não conseguia cantar pneu.
O GM Chevette vem de uma família de outos monstros: a Marajó e a Chevy 500... Carros que nunca emplacaram de tão ruim que eram... Pior que eles, só o Chevette 4 portas, que hoje em dia é utilizado para transportar prostitutas de nível universitário em Cuba.
Hoje é comum ver Chevettes Junior com motores trocados, pois o original sofria para chegar nos 100 mil km. Eles empesteiam as periferias e as áreas rurais..
É usado também como moeda de troca no interior do Brasil, sendo o câmbio estabelecido aproximadamente em um valor aonde um Chevette Junior vale um bode médio e sem doenças.
Selasa, 23 Agustus 2011
Dart GTS
Postagem dedicada a nossa amiga Srª. Redbeard (Dayse),por sempre falar que "se tivesse que escolher um carro para ter no dia-dia seria um Dodge..."
Se a Dodge (em inglês) tinha um muscle car para competir com o pequeno e energético Chevy (em inglês), era o Dart com o impetuoso e girador V8 de 340 polegadas cúbicas. Declarado como tendo apenas 278 cv, um Dart 340 conseguia fazer o quarto de milha (0 a 400 m) em tempos bem inferiores a 14 s, para vergonha de muitos supercarros com motor de bloco grande. Mas isto foi nos anos 1960. Equilíbrio e refinamento não eram as ordens da época. Se o 340 era bom, um Dart como motor de 383 pol³ seria melhor ainda, certo? Não necessariamente, como provado pelo Dodge Dart GTS 1969.



O Dart havia sido redesenhado para 67, e o de duas portas e capota rígida gozava de agradáveis proporções, embora sem se destacar. O 340 e o 383 chegaram em 68. O 340 era o tipo do carro feito para aparecer graças ao nível de acabamento GT Sport, que incluía listras na traseira para mostrar que era membro da nova coleção Dodge Scat Pack de carros de desempenho.


O 383 de carburador quádruplo era opcional no GTS. Sua potência declarada era de realistas 304 cv. O 340, entretanto, produzia 300 cv ou mais e pesava 40 kg menos do que o 383. Onde a suspensão reforçada do GTS ia bem no 340, permitindo que a potência fluísse suavemente para o solo, o 383 prejudicava esse equilíbrio. A tração nas arrancadas era ruim, e os tempos de aceleração não eram muito bons.
Para 69, o 383 recebeu tratamento completo Road Runner/Super Bee, e a potência subiu para 335 cv. Como no modelo 68, a Dodge fazia algumas mudanças na suspensão do GTS quando o 383 era pedido, aumentando o diâmetro das barras de torção e da barra estabilizadora dianteiras. Mas as mesmas molas traseiras reforçadas, de seis lâminas, e os pneus E70-l4 foram mantidos. As transmissões também eram compartilhadas, um reforçado quatro-marchas manual ou o automático TorqueFlite, calibrado para trocas em rotações mais altas, ambos com diferencial 3,23:1 de série e 3,55:1 ou 3,91:1 disponíveis com o diferencial autobloqueante opcional denominado Sure Grip.




Um pé sensível sobre o pedal do acelerador ainda era necessário para tirar um 383 Dart da imobilidade sem desperdiçar preciosos segundos simplesmente soltando fumaça dos pneus. Mas uma vez conseguida a tração, a potência extra do carro de 69 parecia finalmente fazer seu trabalho. Ainda assim não era o melhor motor nesta aplicação, mas o que teriam sido os anos 60 sem um pouco de excesso?



Se a Dodge (em inglês) tinha um muscle car para competir com o pequeno e energético Chevy (em inglês), era o Dart com o impetuoso e girador V8 de 340 polegadas cúbicas. Declarado como tendo apenas 278 cv, um Dart 340 conseguia fazer o quarto de milha (0 a 400 m) em tempos bem inferiores a 14 s, para vergonha de muitos supercarros com motor de bloco grande. Mas isto foi nos anos 1960. Equilíbrio e refinamento não eram as ordens da época. Se o 340 era bom, um Dart como motor de 383 pol³ seria melhor ainda, certo? Não necessariamente, como provado pelo Dodge Dart GTS 1969.
O Dart havia sido redesenhado para 67, e o de duas portas e capota rígida gozava de agradáveis proporções, embora sem se destacar. O 340 e o 383 chegaram em 68. O 340 era o tipo do carro feito para aparecer graças ao nível de acabamento GT Sport, que incluía listras na traseira para mostrar que era membro da nova coleção Dodge Scat Pack de carros de desempenho.
O 383 de carburador quádruplo era opcional no GTS. Sua potência declarada era de realistas 304 cv. O 340, entretanto, produzia 300 cv ou mais e pesava 40 kg menos do que o 383. Onde a suspensão reforçada do GTS ia bem no 340, permitindo que a potência fluísse suavemente para o solo, o 383 prejudicava esse equilíbrio. A tração nas arrancadas era ruim, e os tempos de aceleração não eram muito bons.
Para 69, o 383 recebeu tratamento completo Road Runner/Super Bee, e a potência subiu para 335 cv. Como no modelo 68, a Dodge fazia algumas mudanças na suspensão do GTS quando o 383 era pedido, aumentando o diâmetro das barras de torção e da barra estabilizadora dianteiras. Mas as mesmas molas traseiras reforçadas, de seis lâminas, e os pneus E70-l4 foram mantidos. As transmissões também eram compartilhadas, um reforçado quatro-marchas manual ou o automático TorqueFlite, calibrado para trocas em rotações mais altas, ambos com diferencial 3,23:1 de série e 3,55:1 ou 3,91:1 disponíveis com o diferencial autobloqueante opcional denominado Sure Grip.
Um pé sensível sobre o pedal do acelerador ainda era necessário para tirar um 383 Dart da imobilidade sem desperdiçar preciosos segundos simplesmente soltando fumaça dos pneus. Mas uma vez conseguida a tração, a potência extra do carro de 69 parecia finalmente fazer seu trabalho. Ainda assim não era o melhor motor nesta aplicação, mas o que teriam sido os anos 60 sem um pouco de excesso?
Jumat, 19 Agustus 2011
Acura
A imagem que tenho deste carro está intimamente ligada ao Senna,principalmente pela grande quantidade de vídeos que existem do nosso maior herói dando voltas num circuito destes aí no mundo...Me lembro das várias reduções de marcha,o artifício "punta-taco" e um mocassim de couro alemão que hora trabalhava freneticamente,hora se mostrava impiedoso em tirar do carro a sua melhor performance...
Muita saudade!!!

Acura é uma marca japonesa utilizada pela Honda para atuar no segmento de automóveis de luxo dos mercados dos Estados Unidos, Canadá, México e Hong Kong desde março de 1986. Em 2006 estreou na China e em 2008 também será disponibilizada no Japão. É considerada a pioneira entre as marcas de luxo japonesas, pois até a sua criação os modelos japoneses eram vistos no mercado americano como simples e econômicos. Apenas posteriormente a Lexus foi criada pela Toyota e a Infiniti pela Nissan.
O primeiro modelo de grande sucesso foi o Legend, com motor V6, mas nada se compara à projeção alcançada pelo NSX, um modelo esportivo de 2 portas com 276 cv de potência que foi considerado o primeiro modelo japonês comparável a modelos da Lamborghini, Ferrari e da Porsche.
Muita saudade!!!

Acura é uma marca japonesa utilizada pela Honda para atuar no segmento de automóveis de luxo dos mercados dos Estados Unidos, Canadá, México e Hong Kong desde março de 1986. Em 2006 estreou na China e em 2008 também será disponibilizada no Japão. É considerada a pioneira entre as marcas de luxo japonesas, pois até a sua criação os modelos japoneses eram vistos no mercado americano como simples e econômicos. Apenas posteriormente a Lexus foi criada pela Toyota e a Infiniti pela Nissan.
O primeiro modelo de grande sucesso foi o Legend, com motor V6, mas nada se compara à projeção alcançada pelo NSX, um modelo esportivo de 2 portas com 276 cv de potência que foi considerado o primeiro modelo japonês comparável a modelos da Lamborghini, Ferrari e da Porsche.
Rabu, 17 Agustus 2011
A origem do Fiat 147 foi o 127
O Fiat 147 foi um modelo de automóvel produzido pela Fiat do Brasil entre 1976 e 1986 baseado no 127 italiano.
O Fiat 127 foi lançado em 1971 na Europa, sendo no ano seguinte eleito carro do ano pelos jornalistas europeus. Considerado um supermini tinha 3,59 metros de comprimento, 1,53 de largura, 1,37 de altura e 2,3 de distância entre eixos.
O Fiat 127 europeu era proposto com duas motorizações: uma de 900cc de cilindrada e outra de 1050cc de cilindrada. De início, foi apenas produzido numa versão de 2 portas, em que a tampa da bagageira não incorporava o vidro traseiro, sendo apresentada ao público a versão de 3 portas em 1972.
Em 1975 foi o carro mais vendido na Europa, batendo assim os seus muitos concorrentes, como por exemplo VW Polo, Renault 5 e mesmo os best sellers VW Carocha e Citroën 2cv.
A primeira reestilização veio em 1977 tornando o 127 mais moderno e "redondo". E em Novembro de 1981 veio a sua ultima renovação visual.
Apesar de, em 1983 ter sido introduzido o seu presumível sucessor o Uno, a produção do 127 só cessou em 1987, com um total de 3,8 milhões de unidades produzidas.
O Fiat 127 foi também produzido pela espanhola Seat a partir de 1972 com a designação de Seat 127, sendo este exatamente igual ao seu irmão Fiat, nas versões de 2 e 3 portas, às quais foram acrescentadas duas novas versões de 4 e 5 portas, em que a única diferença, para além das portas adicionais, era o portão do porta bagagens.







Postagem dedicada aos amigos Redbeard e Branco (Exclusiv Motors).
O Fiat 127 foi lançado em 1971 na Europa, sendo no ano seguinte eleito carro do ano pelos jornalistas europeus. Considerado um supermini tinha 3,59 metros de comprimento, 1,53 de largura, 1,37 de altura e 2,3 de distância entre eixos.
O Fiat 127 europeu era proposto com duas motorizações: uma de 900cc de cilindrada e outra de 1050cc de cilindrada. De início, foi apenas produzido numa versão de 2 portas, em que a tampa da bagageira não incorporava o vidro traseiro, sendo apresentada ao público a versão de 3 portas em 1972.
Em 1975 foi o carro mais vendido na Europa, batendo assim os seus muitos concorrentes, como por exemplo VW Polo, Renault 5 e mesmo os best sellers VW Carocha e Citroën 2cv.
A primeira reestilização veio em 1977 tornando o 127 mais moderno e "redondo". E em Novembro de 1981 veio a sua ultima renovação visual.
Apesar de, em 1983 ter sido introduzido o seu presumível sucessor o Uno, a produção do 127 só cessou em 1987, com um total de 3,8 milhões de unidades produzidas.
O Fiat 127 foi também produzido pela espanhola Seat a partir de 1972 com a designação de Seat 127, sendo este exatamente igual ao seu irmão Fiat, nas versões de 2 e 3 portas, às quais foram acrescentadas duas novas versões de 4 e 5 portas, em que a única diferença, para além das portas adicionais, era o portão do porta bagagens.
Postagem dedicada aos amigos Redbeard e Branco (Exclusiv Motors).
Selasa, 16 Agustus 2011
Mini Cooper
O Mini é um modelo compacto produzido pela British Motor Corporation (BMC). Também é uma montadora de veículos. Lançado em 1959, o Mini virou o carro mais popular da Inglaterra e de toda Grã-Bretanha. O Mini pode ser considerado como o Volkswagen Fusca. O Mini é o 3º carro (0KM) mais barato do mundo até hoje (custava US$ 11.777), perdendo apenas para o Volkswagen Fusca (em 2º, com US$ 11.333) e para o Ford Model T (em 1º, com US$ 850).
O Mini Cooper ficou famoso e conhecido por aparecer na série humorística Mr. Bean, sendo o automóvel do protagonista homônimo.
Hoje, sob a batuta da BMW, o carro foi relançado em 2001, repaginado em 2006, e voltou às telonas com o remake de “The Italian Job” (“Uma Saída de Mestre”). No filme, ladrões bolam um roubo cujo ator principal na fuga é o carrinho.O grande barato do modelo é a direção esportiva e a habilidade em manobras, o que o torna um kart bem sofisticado. A impressão de estar em um carrinho de corrida é reforçada ao ser acionado o botão Sport. A direção eletrônica fica mais precisa e há uma resposta mais imediata do acelerador, além de mudanças mais rápidas de marcha na transmissão automática.
Junta-se a todos esses itens de esportividade o motor 1.6 turbo quatro cilindros e injeção direta de 177 cavalos — disponível apenas com câmbio automático de seis marchas, que tem opção de trocas atrás do volante e obedece perfeitamente aos comandos — e o motorista tem um carro ideal para se divertir tanto no trânsito quanto no passeio do fim de semana.
Jumat, 12 Agustus 2011
Lotus
Lotus Cars é uma montadora britânica de carros esportivos e de corrida, com sede em Hethel, Norfolk, Inglaterra.
A empresa foi fundada como Lotus Engineering Ltd em 1952, pelo engenheiro Colin Chapman. Em 1954 a empresa se dividiu, surgindo a Team Lotus, que viria então a participar ativamente das corridas de Fórmula 1. O Grupo Lotus foi formado em 1959 e compreendia a Lotus Cars Limited e a Lotus Components Limited. Enquanto a primeira era focada em carros de rua, a segunda produzia carros de competição. Em 1971 a Lotus Components Limited tornou-se Lotus Racing Limited mas a emprea foi encerrada no mesmo ano.
Em 1986, a empresa foi comprada pela General Motors. No dia 27 de agosto de 1993, foi vendida por £30 milhões para a A.C.B.N. Holdings S.A. de Luxembourg, empresa cotrolada pelo italiano Romano Artioli, dono da Bugatti Automobili SpA. Em 1996 a maior parte da empresa foi vendida para a companhia maláia Proton.

O Esprit é um coupé da Lotus. O carro ficou famoso no cinema em duas aventuras de James Bond: 007 o Espião que me Amava com o famoso Lotus Submarino e o 007 Somente para os Seus Olhos vividos por Roger Moore;além do filme: Uma linda mulher,onde a cena das marchas sendo arranhadas causam revolta naqueles que prezam dirigir de forma correta.
O Esprit saiu com 2 motorizações: V8 Bi-turbo (1996 - 2004) e 4 cilindros (1976 -1999).






A empresa foi fundada como Lotus Engineering Ltd em 1952, pelo engenheiro Colin Chapman. Em 1954 a empresa se dividiu, surgindo a Team Lotus, que viria então a participar ativamente das corridas de Fórmula 1. O Grupo Lotus foi formado em 1959 e compreendia a Lotus Cars Limited e a Lotus Components Limited. Enquanto a primeira era focada em carros de rua, a segunda produzia carros de competição. Em 1971 a Lotus Components Limited tornou-se Lotus Racing Limited mas a emprea foi encerrada no mesmo ano.
Em 1986, a empresa foi comprada pela General Motors. No dia 27 de agosto de 1993, foi vendida por £30 milhões para a A.C.B.N. Holdings S.A. de Luxembourg, empresa cotrolada pelo italiano Romano Artioli, dono da Bugatti Automobili SpA. Em 1996 a maior parte da empresa foi vendida para a companhia maláia Proton.
O Esprit é um coupé da Lotus. O carro ficou famoso no cinema em duas aventuras de James Bond: 007 o Espião que me Amava com o famoso Lotus Submarino e o 007 Somente para os Seus Olhos vividos por Roger Moore;além do filme: Uma linda mulher,onde a cena das marchas sendo arranhadas causam revolta naqueles que prezam dirigir de forma correta.
O Esprit saiu com 2 motorizações: V8 Bi-turbo (1996 - 2004) e 4 cilindros (1976 -1999).
Rabu, 10 Agustus 2011
A moto do Capitão América
Quando se é muleque,a gente não tem muita noção das coisas,mas os heróis sempre fazem parte do imaginário infantil...O meu era o Capitão América,principalmente porque no filme "das antigas" ele tava de moto e tinha um escudo como se fosse um prolongamento da carenagem!!!Me divertia muito com o filme!!!Até nas festinhas de aniversários o tema era este...Rssss!!!
Com o lançamento do mais novo filme,fui atrás de saber de que o Capitão iria andar!!!Para minha grata surpresa: Harley!!!Nada mais justo,já que é um simbolo das américas,e ele como Capitão!!!Também merece!!!Tava achando que era só o Exterminador que andava de Harley???

A moto utilizada no filme é uma Harley-Davidson WLA 1942, também conhecida como “Liberator”. Para quem não sabe, o filme se passa durante a Segunda Guerra Mundial, bem na época em que esse modelo de moto era usado exclusivamente pelo Exército americano.
Foram produzidas 70 mil unidades da Harley-Davidson WLA 1942. Seu peso era 257 kg. O motor era um V2 de 739 cilindradas com 23 cavalos de potência e velocidade máxima de 105 km/h, algo bem impressionante para a época.
A moto do Capitão América exigiu bastante trabalho para ficar do jeito que aparece no filme. Foram utilizadas outras 5 motos da época para recriar o visual da WLA 1942, um trabalho que ficou completo no final de 2010. Dois exemplares utilizados no filme ficarão no Museu Harley-Davidson.


Com o lançamento do mais novo filme,fui atrás de saber de que o Capitão iria andar!!!Para minha grata surpresa: Harley!!!Nada mais justo,já que é um simbolo das américas,e ele como Capitão!!!Também merece!!!Tava achando que era só o Exterminador que andava de Harley???
A moto utilizada no filme é uma Harley-Davidson WLA 1942, também conhecida como “Liberator”. Para quem não sabe, o filme se passa durante a Segunda Guerra Mundial, bem na época em que esse modelo de moto era usado exclusivamente pelo Exército americano.
Foram produzidas 70 mil unidades da Harley-Davidson WLA 1942. Seu peso era 257 kg. O motor era um V2 de 739 cilindradas com 23 cavalos de potência e velocidade máxima de 105 km/h, algo bem impressionante para a época.
A moto do Capitão América exigiu bastante trabalho para ficar do jeito que aparece no filme. Foram utilizadas outras 5 motos da época para recriar o visual da WLA 1942, um trabalho que ficou completo no final de 2010. Dois exemplares utilizados no filme ficarão no Museu Harley-Davidson.
Selasa, 09 Agustus 2011
"Sertões"
Começa hoje...Passei no Shopping a trabalho e não pude deixar de dar uma "pescoçada" no ritmo alucinante deste evento.
Muito legal!!!Valeu a pena!!!Deu para ver,escutar e trocar uma idéia com os preparadores de algumas viaturas que participarão do rally.A galera ali só respira poeira e o que corre nas veias é uma mistura de sangue,combustível e adrenalina...Os preparadores estavam afinando os motores para o prólogo,muito barulho e muita pressa para finalizar os acertos.
Usei da minha cara de pau para tentar circular entre eles,e até que consegui,por coincidência estava com uma camisa polo da marca Shell e Goiás Lub.Só não fiquei mais tempo porque o dia hoje está numa correria total!!!
Valeu demais!!!
Jumat, 05 Agustus 2011
A evolução do Evolution
Nascido em 1992 com o campeonato mundial de rally (WRC)como meta, ele estreou em 1993. Hoje ele e carinhosamente chamado de Evo.

Lancer Evolution I
O primeiro Evo tinha motor e 4 cilindros 2,0 litros e 16 válvulas e turbo, com potencia de 247 cv e binário de 31 kfg.m levava o carro aos 235 km/h de maxima e de 0 a 100 em 5,7 s. foram produzidos 5.000 unidades.

Lancer Evolution II

Lancer Evolution III
A terceira geracão do Evolution foi lançado em 1995, tendo um aumento de 10cv em relação ao modelo anterior, o propulsor foi revisado e preparado para girar mas alto com uma potencia de 270cv a 6250rpm e com um torque de 31,5 mkg a 3000rpm, um novo compresor e uma compresão melhorada assim como uma aerodinamica melhorada foram fabricados 10431 unidades.

Lancer Evolution IV
Em Agosto de 1996 sai o evo IV, e surpreende a todos já que se trata de um chassis completamente novo e de uma nova plataforma, mais comprido e mais pesado, mas mais baixo e mais estreito, o motor foi revisto para dar 280cv a 6500 giros e 353n\m a 3000rpm, o motor foi girado 180 graus. Nova caixa de cambio e relacão de troca foi revisada. E pela primeira vez em um modelo da serie se implanta o AYC um diferencial traseiro ativo, o que melhorava substancialmente seu comportamento em todo tipo de terreno.Nova suspensão traseira multilink, suspensão dianteira revisada, freios maiores e amortecedores mais largos. Se fabricaram 6000 unidades, mas este numero ampliou-se 3000 unidades mais.

Lancer Evolution V
Em Janeiro de 1998 é lançado o Evo V, sob a plataforma do Evo IV e para ganhar em seguida o seu segundo Campeonato Mundial, a Mitsubishi teve que adaptar o carro já que a partir desse ano entram em vigor novas regras no WRC e a Mitsubishi decide seguir participando com seu Lancer Evo que tem bons resultados, sua potência se manteve nos já conhecidos 280cv (por normativas de potencia no Japão) mas se reconfigurou e melhorou a circulação do turbo e o torque cresce para os 37,2mkg a 3000rpm, passa a ter rodas 17“ OZ e o modelo eleito foi a “F1 cup”, também e pela primeira vez que,em um Evo de serie, se montam freios Brembo de 4 pinças na frente e 2 atrás.A suspensão recebeu uma nova configuração,tendo ganho apreciavel em comportamento.

Lancer Evolution VI
O Lancer Evo VI chegou em 1999 arrasador ganhando o mundial de pilotos pela quarta vez e ganhando o segundo titulo de construtores, a Mitsubishi homenagiou Tommi Makinen com uma versão especial do Evo VI: O Lancer Evolution Tommi Makinen Edition com melhorias aerodinamicas e visuais. Em Janeiro de 1999, a Mitsubishi apresenta o Lancer Evo VI, após ter ganhado seu terceiro campeonato WRC, a Mitsubishi decidiu seguir evoluindo uma máquina que para muitos já não se podia melhorar, para ela se melhora a aerodinâmica e se utilizaram pistões mais leve e com canais de refrigeração, pulverizador de óleo aos pistões mais potentes, aumento do volume na passagem pelo radiador do óleo, turbo-compressor de titânio, diâmetro de entrada do compressor aumentado de 56 a 64mm, novo rele do controle do eletroventilador, intercooler de maior tamanho, tanque de combustível modificado, braços inferiores da suspensão dianteiros redesenhados, braços da suspensão traseira em aluminio, carroceria reforçada com 130 pontos de solda adicionais, todas estas modificacões conseguem que o Evo VI supere o modelo que o precede, novas rodas OZ superturismo corse, a potencia se mantem em 280cv (declarados) e o torque cresce.

Lancer Evolution VII
Em 2001, ja com uma imagem consolidada de vencedor, foi lançado o Evo VII com motor de 280 cv, mudanças visuais e nas suspensões e no controle de tração.ele faz 0-100 em 4.9s. Os imponentes alargamentos dos guarda-lamas são indispensáveis para albergar as rodas de 17 polegadas, revestidas por pneus Michelin Pilot Sport, de medida 235/45. A enorme asa traseira, passível de regulação, serve para manter o eixo traseiro colado ao chão o mais possível. A saída de escape oval destina-se a servir as necessidades do motor. O interior foi o que mais sofreu alterações. O ambiente sóbrio e pobre que caracterizava o modelo antecessor deu lugar (finalmente) a uma decoração que condiz com as aptidões e vocação deste desportivo.
O volante Momo de três braços, forrado a pele com costuras a azul, tem uma pega perfeita e regula em altura. Os bancos desportivos Recaro oferecem um encaixe vertical perfeito, sendo o do condutor também regulável em altura. O punho da alavanca da caixa, forrado a pele e com costuras a azul, ocupa uma posição muito boa. Os pedais estão bem posicionados. O apoio para o pé esquerdo não foi esquecido.
A visibilidade é boa para todos os ângulos (apesar de a asa traseira não permitir ver, a uma determinada distância, o veículo que nos segue). A colocação dos comandos secundários não merece qualquer crítica. O posto de condução é simplesmente perfeito.Os mostradores do painel de instrumentos têm um grafismo vermelho sobre fundo preto. Do lado esquerdo do volante existe um comando que permite selecionar uma das três programações predefinidas para o diferencial central: asfalto seco (tarmac); cascalho, terra ou asfalto molhado (gravel); pisos de neve e gelo (snow). Ao pé do freio de mão existe um comando que permite refrigerar o intercooler. Ao contrário do anterior, onde o condutor efetuava essa operação apertando o respectivo botão (não recomendável por períodos superiores a 20 segundos), no Evo VII existe também um modo totalmente automático para essa função, bastando, para tal, apertar a respectiva extremidade do botão, altura em que ficará acesa no painel de instrumentos uma luz verde.Espaço, qualidade, equipamento, design e arrumação são outras áreas que agradam no interior. As luzes de leitura são várias, as pegas no teto também (que úteis que elas são...) e a mala está em perfeita consonância com uma utilização familiar. Tanto a suspensão como os bancos são duros mas, ainda assim, o Evo VII mantém uma réstia de conforto.

Lancer Evolution VIII
Dois anos depois foi lançado o Evo VIII com pequenas revisões, mas mantendo a mesma base de Evo VII. Vinha equipado com rodas de 6 raios.Mantendo a perfeição da evo, além da perda de 15cv de potência,com o 0 a 100 de 4.8s. O sistema de travagem contempla discos ventilados nas quatro rodas, mordidos por maxilas Brembo pintadas de vermelho. As minissaias laterais, a aplicação escura que envolve as molduras dos vidros e a antena no teto são os adereços que completam o visual agressivo e respeitável deste Lancer. Com o explosivo motor turbo de 2,0 litros, o Evo VIII atinge velocidades proibitivas com a maior das facilidades. A voz grossa do motor é sublinhada pelo gargarejar do turbocompressor (cuja turbina é em alumínio e titânio), ao ritmo que os 1380 kg de peso do conjunto avançam e as cabeças dos ocupantes se colam ao banco.
Parar para reabastecer é uma tarefa tão assídua como fechar a porta depois de nos sentarmos ao volante. Não é acessível, mas vale bem o preço. É, no mínimo, um esportivo tão impressionante quanto especial.

Lancer Evolution IX
Em 2006, a Mitsubishi acaba de lançar o Lancer Evo IX com o mesmo motor, mas é o primeiro de todos a quebrar a barreira dos 280 cavalos! Adiciona controle MIVEC, controle de comando variavel. Versao MR , com 6 marchas e modificações leves na turbina,de titânio. Suspensão firme, pneus largos de perfil baixo, caixa manual de cinco velocidades (deveria ser mais rápida e precisa), tração integral permanente com dois diferenciais de escorregamento limitado (à frente e atrás, para além do central com regulação do inte-rior) e motor turbo de 291 cv.A direção é extremamente precisa e direta (a frenagem é reduzida). Os discos impressionam pela potência e resistência à fadiga, o ABS de afinação esportiva consegue diferenciar uma situação de travagem dos momentos em que é necessário garantir mais tração. Os pneus revelaram-se uma boa escolha, mesmo em piso molhado, onde a vantagem deste Evo IX em comparação ao VII e VIII é mais notória (isto para além de a frente ter ganho precisão e estabilidade e da insonorização ter melhorado).
A tração total é responsável pelo desempenho dinâmico eficaz e irrepreensível. Inicialmente, nota-se uma tendência para a subviragem em curva, fato que, milésimos de segundo depois, é anulado pela traseira, de forma elegante e perfeitamente controlada. É nestas alturas que a intuição nos diz para travar e a lógica diz-nos para continuar a acelerar, saindo em potência com as duas mãos bem agarradas ao volante.

Evolution X
A Mitsubishi lançou em 2007 a décima geração do Lancer, pouco depois o Evolution. Este foi uma revolução em relação aos outros Evos, sempre mantendo a aura dos Lancers passados: uma aura de vencedor nato. A base do Evolution X é totalmente diferente dos seus antepasssados e com novo motor 4b11 que passa a debitar 295 cavalos e tem uma velocidade máxima de 298km/h.A partir de 2012 a Mitsubishi vai investir 800 milhões para fabrica-lo no Brasil em um modelo mas simples para concorrer com o Civic e o Corolla.
Este carro é um concorrente direto do Subaru Impreza STI, tambem tem uma versão menor, Ralliart, que tem 230hp, concorrendo diretamente com o Subaru Impreza WRX.O lancer XI ja esta nos planos da Mitsubishi para vencê-lo.

Lancer Evolution MR
O motor nessa versão é 2.0 turbo, de 291 cv, com câmbio Twin Clutch Sportronic-Shift Transmission de seis marchas. Essa transmissão permite trocas em frações de segundo.
Lancer Evolution I
O primeiro Evo tinha motor e 4 cilindros 2,0 litros e 16 válvulas e turbo, com potencia de 247 cv e binário de 31 kfg.m levava o carro aos 235 km/h de maxima e de 0 a 100 em 5,7 s. foram produzidos 5.000 unidades.
Lancer Evolution II
Em 1993 com pequenas modificações o Lancer Evo ganha novo modelo o Evo II. As principais mudanças em relação ao Evo anterior são :
- Maior Tamanho das rodas e maior distancia entre eixos, relacões de cambio e geometrias da suspensão foram revisadas.
- O motor ganhou 10cv ficando com 260cv.
Lancer Evolution III
A terceira geracão do Evolution foi lançado em 1995, tendo um aumento de 10cv em relação ao modelo anterior, o propulsor foi revisado e preparado para girar mas alto com uma potencia de 270cv a 6250rpm e com um torque de 31,5 mkg a 3000rpm, um novo compresor e uma compresão melhorada assim como uma aerodinamica melhorada foram fabricados 10431 unidades.
Lancer Evolution IV
Em Agosto de 1996 sai o evo IV, e surpreende a todos já que se trata de um chassis completamente novo e de uma nova plataforma, mais comprido e mais pesado, mas mais baixo e mais estreito, o motor foi revisto para dar 280cv a 6500 giros e 353n\m a 3000rpm, o motor foi girado 180 graus. Nova caixa de cambio e relacão de troca foi revisada. E pela primeira vez em um modelo da serie se implanta o AYC um diferencial traseiro ativo, o que melhorava substancialmente seu comportamento em todo tipo de terreno.Nova suspensão traseira multilink, suspensão dianteira revisada, freios maiores e amortecedores mais largos. Se fabricaram 6000 unidades, mas este numero ampliou-se 3000 unidades mais.
Lancer Evolution V
Em Janeiro de 1998 é lançado o Evo V, sob a plataforma do Evo IV e para ganhar em seguida o seu segundo Campeonato Mundial, a Mitsubishi teve que adaptar o carro já que a partir desse ano entram em vigor novas regras no WRC e a Mitsubishi decide seguir participando com seu Lancer Evo que tem bons resultados, sua potência se manteve nos já conhecidos 280cv (por normativas de potencia no Japão) mas se reconfigurou e melhorou a circulação do turbo e o torque cresce para os 37,2mkg a 3000rpm, passa a ter rodas 17“ OZ e o modelo eleito foi a “F1 cup”, também e pela primeira vez que,em um Evo de serie, se montam freios Brembo de 4 pinças na frente e 2 atrás.A suspensão recebeu uma nova configuração,tendo ganho apreciavel em comportamento.
Lancer Evolution VI
O Lancer Evo VI chegou em 1999 arrasador ganhando o mundial de pilotos pela quarta vez e ganhando o segundo titulo de construtores, a Mitsubishi homenagiou Tommi Makinen com uma versão especial do Evo VI: O Lancer Evolution Tommi Makinen Edition com melhorias aerodinamicas e visuais. Em Janeiro de 1999, a Mitsubishi apresenta o Lancer Evo VI, após ter ganhado seu terceiro campeonato WRC, a Mitsubishi decidiu seguir evoluindo uma máquina que para muitos já não se podia melhorar, para ela se melhora a aerodinâmica e se utilizaram pistões mais leve e com canais de refrigeração, pulverizador de óleo aos pistões mais potentes, aumento do volume na passagem pelo radiador do óleo, turbo-compressor de titânio, diâmetro de entrada do compressor aumentado de 56 a 64mm, novo rele do controle do eletroventilador, intercooler de maior tamanho, tanque de combustível modificado, braços inferiores da suspensão dianteiros redesenhados, braços da suspensão traseira em aluminio, carroceria reforçada com 130 pontos de solda adicionais, todas estas modificacões conseguem que o Evo VI supere o modelo que o precede, novas rodas OZ superturismo corse, a potencia se mantem em 280cv (declarados) e o torque cresce.
Lancer Evolution VII
Em 2001, ja com uma imagem consolidada de vencedor, foi lançado o Evo VII com motor de 280 cv, mudanças visuais e nas suspensões e no controle de tração.ele faz 0-100 em 4.9s. Os imponentes alargamentos dos guarda-lamas são indispensáveis para albergar as rodas de 17 polegadas, revestidas por pneus Michelin Pilot Sport, de medida 235/45. A enorme asa traseira, passível de regulação, serve para manter o eixo traseiro colado ao chão o mais possível. A saída de escape oval destina-se a servir as necessidades do motor. O interior foi o que mais sofreu alterações. O ambiente sóbrio e pobre que caracterizava o modelo antecessor deu lugar (finalmente) a uma decoração que condiz com as aptidões e vocação deste desportivo.
O volante Momo de três braços, forrado a pele com costuras a azul, tem uma pega perfeita e regula em altura. Os bancos desportivos Recaro oferecem um encaixe vertical perfeito, sendo o do condutor também regulável em altura. O punho da alavanca da caixa, forrado a pele e com costuras a azul, ocupa uma posição muito boa. Os pedais estão bem posicionados. O apoio para o pé esquerdo não foi esquecido.
A visibilidade é boa para todos os ângulos (apesar de a asa traseira não permitir ver, a uma determinada distância, o veículo que nos segue). A colocação dos comandos secundários não merece qualquer crítica. O posto de condução é simplesmente perfeito.Os mostradores do painel de instrumentos têm um grafismo vermelho sobre fundo preto. Do lado esquerdo do volante existe um comando que permite selecionar uma das três programações predefinidas para o diferencial central: asfalto seco (tarmac); cascalho, terra ou asfalto molhado (gravel); pisos de neve e gelo (snow). Ao pé do freio de mão existe um comando que permite refrigerar o intercooler. Ao contrário do anterior, onde o condutor efetuava essa operação apertando o respectivo botão (não recomendável por períodos superiores a 20 segundos), no Evo VII existe também um modo totalmente automático para essa função, bastando, para tal, apertar a respectiva extremidade do botão, altura em que ficará acesa no painel de instrumentos uma luz verde.Espaço, qualidade, equipamento, design e arrumação são outras áreas que agradam no interior. As luzes de leitura são várias, as pegas no teto também (que úteis que elas são...) e a mala está em perfeita consonância com uma utilização familiar. Tanto a suspensão como os bancos são duros mas, ainda assim, o Evo VII mantém uma réstia de conforto.
Lancer Evolution VIII
Dois anos depois foi lançado o Evo VIII com pequenas revisões, mas mantendo a mesma base de Evo VII. Vinha equipado com rodas de 6 raios.Mantendo a perfeição da evo, além da perda de 15cv de potência,com o 0 a 100 de 4.8s. O sistema de travagem contempla discos ventilados nas quatro rodas, mordidos por maxilas Brembo pintadas de vermelho. As minissaias laterais, a aplicação escura que envolve as molduras dos vidros e a antena no teto são os adereços que completam o visual agressivo e respeitável deste Lancer. Com o explosivo motor turbo de 2,0 litros, o Evo VIII atinge velocidades proibitivas com a maior das facilidades. A voz grossa do motor é sublinhada pelo gargarejar do turbocompressor (cuja turbina é em alumínio e titânio), ao ritmo que os 1380 kg de peso do conjunto avançam e as cabeças dos ocupantes se colam ao banco.
Parar para reabastecer é uma tarefa tão assídua como fechar a porta depois de nos sentarmos ao volante. Não é acessível, mas vale bem o preço. É, no mínimo, um esportivo tão impressionante quanto especial.
Lancer Evolution IX
Em 2006, a Mitsubishi acaba de lançar o Lancer Evo IX com o mesmo motor, mas é o primeiro de todos a quebrar a barreira dos 280 cavalos! Adiciona controle MIVEC, controle de comando variavel. Versao MR , com 6 marchas e modificações leves na turbina,de titânio. Suspensão firme, pneus largos de perfil baixo, caixa manual de cinco velocidades (deveria ser mais rápida e precisa), tração integral permanente com dois diferenciais de escorregamento limitado (à frente e atrás, para além do central com regulação do inte-rior) e motor turbo de 291 cv.A direção é extremamente precisa e direta (a frenagem é reduzida). Os discos impressionam pela potência e resistência à fadiga, o ABS de afinação esportiva consegue diferenciar uma situação de travagem dos momentos em que é necessário garantir mais tração. Os pneus revelaram-se uma boa escolha, mesmo em piso molhado, onde a vantagem deste Evo IX em comparação ao VII e VIII é mais notória (isto para além de a frente ter ganho precisão e estabilidade e da insonorização ter melhorado).
A tração total é responsável pelo desempenho dinâmico eficaz e irrepreensível. Inicialmente, nota-se uma tendência para a subviragem em curva, fato que, milésimos de segundo depois, é anulado pela traseira, de forma elegante e perfeitamente controlada. É nestas alturas que a intuição nos diz para travar e a lógica diz-nos para continuar a acelerar, saindo em potência com as duas mãos bem agarradas ao volante.
Evolution X
A Mitsubishi lançou em 2007 a décima geração do Lancer, pouco depois o Evolution. Este foi uma revolução em relação aos outros Evos, sempre mantendo a aura dos Lancers passados: uma aura de vencedor nato. A base do Evolution X é totalmente diferente dos seus antepasssados e com novo motor 4b11 que passa a debitar 295 cavalos e tem uma velocidade máxima de 298km/h.A partir de 2012 a Mitsubishi vai investir 800 milhões para fabrica-lo no Brasil em um modelo mas simples para concorrer com o Civic e o Corolla.
Este carro é um concorrente direto do Subaru Impreza STI, tambem tem uma versão menor, Ralliart, que tem 230hp, concorrendo diretamente com o Subaru Impreza WRX.O lancer XI ja esta nos planos da Mitsubishi para vencê-lo.
Lancer Evolution MR
O motor nessa versão é 2.0 turbo, de 291 cv, com câmbio Twin Clutch Sportronic-Shift Transmission de seis marchas. Essa transmissão permite trocas em frações de segundo.
Langganan:
Postingan (Atom)